66/2020, 2020
Vídeo-apresentação em loop, 2’01’’

Este vídeo é a apresentação de um foto-diário analógico realizado na primeira quarentena do dia 13 de março a 17 de maio de 2020. Neste período de tempo Romie tirou um retrato por dia, registando a hora e um pequeno memo. Esta obra surgiu num ambiente introspetivo e acabou por se tornar numa espécie de ritual, a artista afirma que foi a única rotina que conseguiu manter durante a quarentena. Aqui podemos ver vários retratos dos sentimentos que surgiram durante o confinamento, a sensação que experienciamos de isolamento, dos enredos e buscas pessoais que fizemos, das introspeções e das descobertas, pois não tínhamos nada mais para acessar sem nós mesmos.