Ana Felício e João Lopes

Ana Rita Felício e João Lopes, amigos e cúmplices desde a Escola Artística António Arroio, encontraram na ESAD.CR a maturidade e motivação para navegarem no mundo artístico de mãos dadas. Um alinhamento astral de forças curatoriais gráficas e plásticas. Criando um tutti-frutti. Uma panóplia de conceções sobre o contemporâneo sofrido.

Em exibição: Manifest, 2020-21

Mvtilde

Matilde Fernandes aka MVTILDE | 24 anos | Porto | 3º ano da licenciatura de Som e Imagem.

Em exibição: Lockdown, 2021

Sebastião Casanova

O seu trabalho envolve frequentemente uma dramatização de emoções de aparente familiaridade que programam dinâmicas conflituantes, entre o prosaico e o erudito, movimentos de uma esfera íntima e as quebras de ritmo no quotidiano.
Através de uma prática multidisciplinar em que combina pintura, fotografia, vídeo e performance – recorre a snapshots, sms’s – e outros testemunhos vitais para construir narrativas que se manifestam na frágil dicotomia entre aquilo que se percebe e aquilo que se concebe; na sugestão, mas constante negação de uma legibilidade relacionada com o humor, a melancolia, a frivolidade e a presença de estranhos presságios.
Licenciado em Artes Plásticas pela ESAD.CR (2020) tem desenvolvido o seu trabalho artístico em Portugal, participando em exposições e noutros projectos colectivos. Atualmente frequenta o mestrado de Estética e Estudos Artísticos na NOVA, FCSH de Lisboa. Expõe, regularmente, desde 2018.

Em exibição: Telhados/Rooftops ep.10 Angústia/Anguish, 2020

Tânia Lopes Martins

Tânia Martins nasceu no Porto em 1993.
Iniciou o seu percurso académico artístico em Design de Produto, especializando-se na área de equipamento, na Escola Artística de Soares do Reis do Porto.
Em 2011 mudou-se para as Caldas da Rainha, ingressando na Escola Superior de Artes e Design. Licenciou-se em Design Industrial e completou em 2019 o seu mestrado em Design de Produto. Foi bolseira do Programa Erasmus Cruz del Sur, onde teve a oportunidade de viver e estudar durante 11 meses na cidade do Recife, no Brasil.
Entre 2019 e 2020 trabalhou como designer no estúdio Toyno, em Lisboa.
É co-fundadora do projecto FÁ-LO, trabalhando como gestora e criadora de conteúdos, sendo a responsável pelo desenvolvimento da identidade visual do projecto.

Em exibição: prédio ideal em quarentena, 2020

Inês Bijóia

Inês Bijóia (1999) natural de Évora, concluiu a licenciatura em Artes Plásticas em 2020 na ESAD.CR. Atualmente vive em Leiria e encontra-se no 1ºano da Licenciatura de Games and Multimedia na ESTG. O seu trabalho desenvolve-se em torno do corpo humano e formas de expressão através do mesmo. Recorre à utilização de múltiplos suportes, sendo a fotografia e vídeo uns dos principais no seu percurso artístico. É recorrente nos seus trabalhos o uso da imagem como uma forma de construção de discurso e a revelação do corpo como um potencial plástico.

Em exibição: Minuciosidades, 2020

Filipa Morgado

Caldas da Rainha, 1988 – Arquitecta Filipa Morgado termina o mestrado em Arquitectura pela FAUTL em 2013, estudando um ano em Buenos Aires. Viveu e trabalhou durante três anos na Cidade do México, onde criou e liderou projectos a várias escalas. Ao longo do seu percurso explora a área da joalheria, da pintura e da cerâmica, terminando o curso de Cerâmica Criativa no CENCAL em 2019. Constrói um projecto Cultural de residências artísticas em zona rural, CAU-Cortém Aldeia Urbana e no mesmo ano de 2020 inicia o Mestrado em Gestão Cultural na ESAD – Caldas da Rainha. Em 2021 funda a associação cultural ARTE MUDA. Atualmente é produtora na Trienal de Arquitectura de Lisboa.

Em exibição: Muros Variados, 2021

Pedro Nunes

Pedro Nunes (n. Mira-Sintra, 1999) é tatuador de profissão, e fotógrafo nas horas vagas. Começou a fotografar aos 15 anos, focando-se desde início na fotografia diarística. Documenta o seu dia a dia e experiências, mantendo um olhar democrático sobre o seu arredor, de maneira a aceitar tudo à sua volta como um possível sujeito para as suas imagens. Frequentou o curso de Artes Plásticas na ESAD CR, onde apurou os seus conhecimentos técnicos e continuou a elaborar o seu trabalho pessoal.

Em exibição: Que Dia é Hoje?, 2020

Maria Miguel von Hafe

Maria Miguel von Hafe (1995) licenciou-se em Artes Plásticas – Multimédia na FBAUP. É co-fundadora e editora da revista Dose e programadora e artista satélite no Ócio. Integra exposições colectivas desde 2015, entre as quais se destacam: Apofenia – Reação em Cadeia, na Galeria Fidelidade Arte/Culturgest (2020); Espaço Interrompido, na Galeria do Sol (2020); e No Dia Seguinte Está o Agora, no CAPC (2018). Nesse ano esteve também nomeada para o prémio Arte Jovem do Carpe Diem Arte e Pesquisa.

Em exibição: Disorganized Attachment, 2021

Gabriel Bôtto

Natural de Boa Vista, Roraima, Brasil. Caçula de três. Criado no Rio de Janeiro e educado pela vida em Manaus. Indagador prematuro, busco através do som e da imagem, as respostas para os meus questionamentos, em todas as suas mais variadas formas e em tudo para além delas e qualquer matéria que possa me interessar.

Em exibição: Óbice, 2020

João Duarte

João Duarte – Diretor Criativo, licenciado em Som e Imagem na ESAD.CR

Em exibição: Mesa para Dois, 2020

Tomás Marreiros

Tomás Miguel Costa Marreiros, 23 anos, Pombal, 3º ano licenciatura de Som e Imagem.
O som sempre fez parte da sua vida sendo ele omnipresente, interessa-se na forma de como o som pode
ser usado no nosso quotidiano e como pode manipulá-lo, de forma concreta ou mais abstrata, com ou
sem intenção, não existe limite, apenas quando atinge o limiar da dor.

Em exibição: Frémito, 2020

Luísa Pereira da Fonseca

Em criança presenciou em Ateliês de Pintura, na área de Lisboa, como atividade extracurricular, por
exemplo o Aqui há Arte; mais tarde estudou Artes no secundário, em várias escolas como a Escola
Secundária Sebastião e Silva, Colégio Amor de Deus e por fim a Escola Secundária Pedro Nunes; em
2019, concorreu a um concurso e teve uma ótima oportunidade de expor o seu trabalho no Edifício de
Arte e Cultura, no Forte de Santo Amaro de Oeiras; ainda em 2019 entrou na Escola Superior de Artes e
Design nas Caldas da Rainha, onde está a frequentar até hoje.

Em exibição: A Tinta Silenciosa, 2020

Maria Fradinho

AFradinho nasceu em Aveiro, onde viveu e estudou até concluir o ensino secundário. Atualmente vive e estuda em Caldas da Rainha, encontrando-se a concluir a licenciatura em artes plásticas na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. No seu trabalho, Fradinho cria composições com objetos de uso quotidiano, em que estes podem constituir-se como pontos de partida para composições escultóricas que assumem a sua autonomia sob a forma de objetos tridimensionais ou bidimensionais (fotografia). O seu trabalho possui um carácter performativo que se pereniza através do registo em vídeo e nos objetos e imagens fotográficas resultantes. Nas suas obras, Fradinho estabelece relações de envolvência entre objetos, uma “quase intimidade”, através da forma como cria composições dinâmicas e inusitadas no espaço. Utiliza frequentemente o mobiliário e a lycra como elemento de ligação e construção.

Em exibição: Pelos olhos de, 2021

Joana Cruz

Joana Cruz, curso de Artes Plásticas, 2º ano. Tem vinte anos e antes de entrar na ESAD, fez um ano em Escultura, na FBAUL. As áreas de interesse são fotografia, vídeo, performance e pintura. Para complementar essas áreas, gosta de dedicar o seu tempo livre a ler, ver filmes, ouvir e tocar música e principalmente divertir-se. É apologista de que a arte pode estar em todo o lado, a vivência é a maior fonte potencial para fazer arte. Por isso, nos seus trabalhos dedica e honra as suas experiências que o constroem.

Em exibição: Silêncio, 2021

Mariana Marques

Mariana Marques (1999), natural de Torres Vedras, concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas em 2020 na ESAD.CR. Vive e trabalha em Torres Vedras.
O seu trabalho encontra-se inserido na linhagem da natureza morta e da paisagem, caracterizando-se por uma abordagem em que forma, cor e expressividade dão lugar a um percurso pela abstração. Aborda maioritariamente os médios da pintura, fotografia e serigrafia em suportes como o papel, as transparências e a madeira.

Em exibição: Ela não sabia (Primavera), 2020

João Amélio

João Amélio, reside atualmente nas Caldas da Rainha onde frequenta o 3º ano do curso de Som e Imagem como uma afeição especial pelo campo do som.
Vindo da costa, de uma terra junto à Zambujeira do Mar e nunca esquecendo as suas raízes alentejanas, o seu foco é trabalhar a música e o som como se de ondas se tratassem, pesadas, maleáveis e tão delicadas como brutas podem ser.

Em exibição: Monólogo Incompreensível, 2020

Teresa Sampaio

Nascida em Leiria (20/12/1997) onde viveu e cresceu até hoje. Em 2020 terminou a licenciatura de Som e Imagem na ESAD.CR. Curiosa pelo mundo e pela forma como tudo funciona desenvolveu a sua criatividade com base na exploração do mesmo, o que lhe permite uma capacidade de adaptação muito grande para os mais diversos temas.

Em exibição: Per Oculum, 2020

Miguel Ângelo Marques

Miguel Ângelo Marques (Guimarães,1994). Iniciou o seu percurso na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, na licenciatura em Artes Plásticas. Centrado no desenho e na Pintura, cedo expandiu o seu cosmos em práticas exploratórias onde, até hoje cruza o vídeo e o som, a gravura e a escultura, o digital e a fotografia, no meio da sua criação. É na prática de atelier que define o seu modo de operar, insistindo na persistência dos gestos incessantes e continuados. Sendo a pintura o centro da sua prática, o universo que representa é sintomático de um campo de relações maiores. A sua pintura é um campo de imagens a partir de frames cinematográficos, fotografias do seu quotidiano, da própria história da pintura, para com isso formar composições de corpos e paisagens, explorando técnicas e formas de fazer que descentram o campo da pintura figurativa. No seu corpo de trabalho explora a questão da conexão entre imagem e signo, remetendo para uma ideia de memória ou narrativa individual. Acima de uma qualquer preocupação com a semelhança para com o modelo que toma por base, impera no seu trabalho o valor do caráter performativo do gesto da pintura e à sua materialidade sendo essa a sua matriz.

Em exibição: A partir da minha janela vejo um CEDRO, 2021

Luize Reina Jundze

Estuda na Academia de Cultura da Letónia – Latvian Academy of Culture. Frequenta o último ano da licenciatura em “Indústrias Criativas”, a redigir a sua tese final com o título “Acessibilidade do sistema de navegação para pessoas com deficiência na sala de concertos Dzintari”.
Cresceu num ambiente rodeado de pessoas criativas. Desde que se lembra de si, sempre se expressou em desenho. Durante o seu programa Erasmus, em que estudou na ESAD durante a Primavera de 2020, frequentou a unidade curricular “Territórios da Fotografia”. Até então, nunca se exprimiria em fotografia, este meio costumava ser apenas uma ferramenta de captar momentos para memória futura. Mas, depois de frequentar esta U.C. aprendeu como a câmara permite ver o Mundo de forma diferente.

Em exibição: Connections, 2020

Rui Faria e Filipe Mendes

Os autores deste projeto são respectivamente estudante e ex-estudante de design de produto e design industrial na Esad.cr.
O Rui é natural de Alvados, estudante no mestrado de design de produto e tem desenvolvido novos processos de produção no design de produto. A criação de raiz de um qualquer produto nem sempre envolve apenas uma etapa de produção, é várias vezes necessária a criação de novos processos ou tecnologias para que esta produção aconteça. Surge, então, o interesse de explorar o campo envolvente numa nova produção, tema que é atualmente abordado pela tese de mestrado do designer.
O Filipe é natural de Santarém, e licenciado, também, em design industrial. Depois do seu percurso académico, o designer presta o seu papel profissional de designer mecânico, associado à investigação científica na Fundação Champalimaud, em Lisboa. A sua prática, para além da sustentabilidade na produção, foca na investigação do papel do desenvolvimento tecnológico na construção de novas narrativas para a rotina e os novos hábitos quotidianos.
Os designers juntaram-se numa colaboração que começou no ano finalista das duas licenciaturas, e que tem visto, desde 2017, vários momentos isolados de exploração.

Em exibição: Impressão Analógica, 2020

Romie

Romie nasceu em 1996, no interior de Portugal. Aluna no Mestrado de Artes Plásticas na ESAD.CR, onde se licenciou em AP. Aborda questões contemporâneas de fluidez de identidade, género e intimidade. Expõe e põe em causa clichés socioculturais, referendos estereotipados, com foco nos papéis da mulher, do artista e da obra. Com uma prática híbrida entre os krafts e o digital, trabalha fotografia, pintura, desenho, livros de artista, instalação e performance.

Em exibição: 66/2020, 2020

Álmos Fekete

Estou interessado em muitas coisas, no entanto, foquei-me principalmente na música dos últimos anos. Pelo menos nos meus tempos livres, é o que gosto de fazer. Fora isso, fazer os meios de comunicação no curso de design na MOME significa que tentei muitas coisas diferentes nestes 3 anos.
Devo dizer, ultimamente tenho me sentido um pouco desapontado em arte conceptual e belas artes em geral. Eu realmente não tenho um argumento válido contra isto, eu acho que é mais uma perspectiva baseada em emoções. Comecei a questionar o valor das obras de arte. O transbordo de informação também torna difícil para as obras de arte terem maior impacto em mim. Cada vez mais tecnologia aparece em obras de arte que os torna mais como realizações tecnológicas, não “reais” obras de arte. Às vezes a tecnologia digital parece um filtro, o que torna mais difícil obter perto do núcleo de uma obra de arte, se houver alguma. Eu percebo, no entanto, que esta é uma coisa tola para dizer, uma vez que a tecnologia digital nos dá as ferramentas mais avançadas, para não mencionar os ecrãs e plataformas onde temos a biblioteca em crescimento do próprio mundo. Isto é um desequilíbrio contínuo em mim em relação à arte, que pretendo resolver. Quanto mais penso sobre isso, mais percebo que eu só tenho que deixar para trás quaisquer dogmas sobre arte, e ouvir o meu coração. Se algo é chato para mim, é aborrecido para mim. Não ajuda que o mundo da arte formal e economia da arte parece tão distante e alienígena, que eu sinto que é uma grande piada. Às vezes, não entendo como as pessoas podem encontrar alegria genuína num contexto sério como a caixa branca ou os maiores museus. Como já disse, esta é mais uma abordagem emocional.

Em exibição: Mall Soundscape, 2020

Luscofusco

Coletivo de artistas independente, com sede em Caldas da Rainha, Portugal.
Produzimos eventos multi artísticos relacionados à música, artes visuais, multimédia e performance, trabalhando também como gravadora e editora de música eletrônica e experimental.
O nosso principal objetivo é divulgar artistas emergentes, bem como alguns dos valores associados à cultura DIY.
Por isso, queremos criar um ambiente que ajude o crescimento de projetos em estágio embrionário. Combinando a nossa necessidade constante de encontrar novas formas de enriquecer o cenário da música eletrônica (e tudo que vem com ela) e o desenvolvimento de uma plataforma feita por artistas e projetos que se ajudam mutuamente e possibilitam a criação de uma nova era.
Nacionalmente, de dance music a projetos mais underground.
Luscofusco não é a sua gravadora tradicional e mais do que lançar conteúdo em que vemos valor, criamos pontes entre artistas com diferentes formas de expressão, permitindo que eles se reúnam e se expressem
Feito por artistas para artistas.

Em exibição: Cura, 2021